Poucos anos atrás, a cena era a seguinte: jornal de domingo e caneta nas mãos, e dá-lhe circular vagas de interesse no caderno de empregos. A busca que os computadores fazem hoje com tanta rapidez, contrasta em muito com a varredura dos olhos, vaga a vaga, que o interessado por emprego precisava realizar na página de jornal. Pois bem, o mundo mudou e as maneiras de encontrar trabalho também. Nesse post, darei as dicas de como procurar emprego de maneira efetiva.

Obviamente, a internet é a primeira opção. Existem muitos sites que apresentam oportunidades de trabalho. De imediato, apenas citarei cada uma das opções, para que em futuros posts eu possa detalhar vantagens e desvantagens de cada um. Vamos lá [clique nos links para acessar os sites das empresas]:

 

Cada um desses sites trabalha de maneira diferente, com seus prós e contras, os quais irei detalhar em momento oportuno. O importante agora é você saber que há muitas opções a serem apresentadas àqueles que estão à caça de trabalho. O que é ótimo, diga-se!

Outra alternativa é pagar por empresas de recolocação ou contratar especialistas do ramo. Já descrevi minha decepção com empresas de recolocação aqui no blog (O que aprendi a duras penas quando fiquei desempregado – parte 2), mas seria injusto de minha parte generalizar e dizer que nenhuma vale a pena. Talvez, a melhor orientação seria contratar alguém indicado por outrem que tenha ficado satisfeito e conseguido um bom emprego dessa maneira. Não se esqueça que no país dos “espertos”, tem muita gente vendendo gato por lebre, aproveitando-se da fragilidade emocional do candidato, prometendo aquilo que não pode cumprir e embolsando a grana de muitos. Todo cuidado é pouco!

Sem dúvidas, a melhor de todas as maneiras de se encontrar trabalho é ser indicado por alguém. Sim, isso mesmo, o famoso Q.I. (quem indica). Na cultura brasileira, infelizmente diga-se, a amizade muitas vezes tem mais valor do que o profissionalismo, e a cultura de apadrinhamento de chegados, que tanto criticamos na nefasta classe política, é mais forte do que se imagina. Então, quem pode mais, chora menos; ou, em outras palavras, quem conhece pessoas tem mais chances de obter uma vaga de trabalho do que aquela pessoa que não conhece ninguém. É simples assim: “Então, Fulano, sabe aquela vaga? Tenho um amigo que está precisando e é uma ótima pessoa…”. A competência do indicado pode ou não ser tão boa quanto a propaganda, mas o fato é que a chance dele conseguir uma oportunidade de se apresentar ao empregador é infinitamente maior do que aquele bem intencionado que apenas cadastrou o currículo no site da empresa. Goste ou não, é a mais pura realidade.

Ótimo! Mas existem coisas que eu não deveria fazer na hora de procurar emprego? Sim, muitas, mas já é assunto para um próximo post. Até lá!

Eng. William Mazza

 

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