A Rio 2016 foi um sucesso! Assim como a Copa do Mundo de 2014, mostramos ao mundo que somos capazes de realizar dois dos maiores eventos esportivos do planeta. Claro, jogando dinheiro público no lixo com gosto, mas isso é assunto para outro post. O melhor é que ainda não acabou, pois em setembro, as Paralimpíadas nos mostrarão outros heróis olímpicos! 

Quem não se encantou com as performances inacreditáveis de Usain Bolt, Michael Phelps, Kohei Uchimura (o japonês da ginástica artística) e do novo fenômeno mundial da ginástica, a americana Simone Biles? De verdade, são seres humanos fantásticos, que escreveram seus nomes na eternidade dos Jogos Olímpicos! São heróis com habilidades incríveis, talentos raros e além de tudo, muito esforçados! Merecem toda nossa admiração e reverência!

Contudo, confesso que os atletas paralímpicos me parecem mais heróis ainda! Quando muitos entram em depressão, e não encontram razão para viver em virtude de problemas físicos gravíssimos, esses atletas venceram a falta de amor próprio e a desconfiança dos demais, para se tornarem atletas, mesmo quando parecem realizar atividades impensáveis para suas condições. Quer dizer, impensáveis para nós, e não para eles. Ainda bem!

Diga se não são sensacionais as 23 modalidades paralímpicas, dentre as quais destaco:

  • Rúgbi em cadeiras de rodas
  • Vôlei sentado
  • Basquete em cadeira de rodas
  • Natação para Atletas com deficiência visual
  • Provas de corrida para: paralisados cerebrais, deficientes visuais, amputados e outros

São demonstrações incontestes de superação, coragem, motivação, garra e acima de tudo, vontade de viver!

Vamos oferecer o mesmo prestígio dado aos atletas olímpicos, aos heróis paralímpicos, pois, sem dúvida, eles são os campeões da vida real!

Ah, só mais uma pergunta: qual era seu problema mesmo?

Eng. William Mazza

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