Que tal romper o pacto com a mediocridade?


Apesar de medíocre querer dizer “de qualidade média, comum ou mediano”, a palavra no Brasil ganhou uma conotação pejorativa, significando “péssimo, imprestável”. Por isso, deixo claro desde o começo, que utilizarei o adjetivo com o primeiro significado, o original.

Para ajudar no entendimento da mensagem, contarei a história do Alfredo:

“Alfredo se acostumou desde cedo a fazer as coisas da maneira que desse menos trabalho. Nunca repetiu de ano, mas sempre passava raspando, depois de fazer todas as provas de recuperação possíveis. Dessa forma, foi do 1º ano do primário até o 3º colegial.

Também fazia curso de inglês. Fazia sempre o mínimo necessário para ser aprovado para o módulo seguinte, administrando as faltas com maestria, para não estourar o limite permitido. Mesmo chegando ao final de 5 anos de curso, obviamente, não falava inglês em nível avançado.

Já deu para entender, não? Alfredo fazia tudo mais ou menos. Fez um curso mais ou menos na faculdade, que, por sinal, também era mais ou menos. Por consequência, arranjou um emprego mais ou menos, com remuneração mais ou menos e assim por diante.”

O objetivo da história é mostrar que Alfredo tinha um pacto de extrema fidelidade com a mediocridade, ou seja, tudo era feito de modo a entregar o mínimo possível, gerando resultados medianos em tudo que fazia. Com certeza, não seria promovido tão cedo, e se não tomasse cuidado, perderia o emprego para não mais encontrar outro facilmente.

Não adianta ser e fazer como o Alfredo e ficar reclamando que nunca é promovido. As oportunidades na vida aparecem sem dar avisos, do mesmo jeito como se vão também sem deixar rastros. Algumas chances são únicas! Ou você está preparado ou não. Ninguém vai esperar você melhorar o inglês, nem retomar a faculdade para lhe dar a sua tão sonhada oportunidade. Não adianta ter diploma, e não saber nada. Não adianta montar um currículo que mostra conhecimentos, e que ao mesmo tempo não exalta resultados atingidos! Não pode dizer que sabe, que manja, e na hora H dar um somebody love (só os mais velhos entenderão!) na cara dura. É questão de tempo até alguém desmascarar uma situação dessas!

Meu alerta é para que você avalie como faz suas atividades: sempre mais ou menos, ou disposto a fazer seu melhor? Ninguém chegará longe na vida, não só na profissional, tendo como meta a medianidade, pelo contrário, a mesmice e a frustração serão recorrentes ao longo de toda carreira pautada pela falta de ambição em se tornar melhor!

Quebre hoje o pacto com a mediocridade, antes que seja tarde demais!

Eng. William Mazza

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3 comentários em “Que tal romper o pacto com a mediocridade?

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