Essa pergunta, feita assim, até assusta, mas reflete uma realidade que para muitos só faz sentido no dia do próprio desligamento. Então não fuja desse questionamento e encare-o de maneira madura e profissional. Vem comigo em mais esse post?

1A verdade é que pouquíssimos estão realmente preparados para um eventual desligamento. Mas e se amanhã, quando for trabalhar, seu chefe estiver te esperando com um envelope amarelo sobre a mesa junto de um funcionário do RH (carinhosamente reconhecido como ‘dr. morte?’) ? O que fazer?

É tão assustador que vários preferem ignorar o tema e viver suas vidas como se nunca fosse ocorrer. Pior, uma vez pegos de calças curtas, ficam desnorteados e resolvem fazer em 1 mês aquilo que deveriam ter feito em 10 anos! Sinto muito, mas essa é uma péssima estratégia!

Quais então minhas recomendações?

The best

1Em primeiro lugar, seja um ótimo profissional, para que sua hora demore ou eventualmente nunca chegue. Claro, isso é o ideal, contudo, insuficiente. Sendo assim, seja ainda mais ótimo!

Nada se cria, tudo se copia

2Paralelamente, pesquise no LinkedIn por profissionais semelhantes a você e veja o que eles têm que você não têm! MBA? Pós? Falam inglês fluentemente? Falam um terceiro idioma? Possuem experiências internacionais? Enfim, compare-se e busque não somente imitá-los, mas sim superá-los, afinal serão seus concorrentes numa eventual e futura competição por oportunidades de trabalho.

A trutada

1Construa sua network. Esse é o erro mais recorrente. O cidadão fica 200 anos no mesmo lugar, e não conhece um colega em outra empresa. Não contata ninguém, não quer saber de ninguém, não liga para ninguém. Quando desempregado – na maior cara de pau – liga para os conhecidos dizendo: “Fala, amigão! Tudo bem por aí, meu truta?”. Vai é levar uma ‘trutada’ na cabeça, isso sim! Networking se faz no dia a dia, com aquele e-mail do nada, ou aquele telefonema inesperado, quando simplesmente pergunta: “e aí, vamos tomar um café um dia desses?”. O café pode até não sair, mas o contato fica.

Nerd

1Reinvente-se. Hoje sua profissão pode ser a última coca-cola do deserto, mas amanhã um APP feito por um nerd de 14 anos no Vale do Silício pode fazer sua atividade sucumbir do dia para a noite. Ninguém possui uma habilidade apenas; já dizia Jack Welch:

Former General Electric chairman Jack We

“As pessoas capazes são multifacetadas” –

sei lá em qual livro, sei lá quando, mas lembro que li isso dele – pode acreditar em mim.

Dessa maneira, por que não fazer um mestrado para uma futura docência? Ou então aquele hobby que parece inocente não poderia ganhar status mais profissional em sua vida? E por que não estudar aplicações no mercado de capitais e quem sabe viver disso algum dia? Fora as possibilidades de palestras, cursos e tantas outras opções.

1Meu recado final é bem simples: não viva sua vida profissional como se não houvesse amanhã (não confundir com a música “é preciso amar como se não houvesse amanhã” – isso sim é muito bonito!), achando que é eterno e imortal.

2Master Dica Final: “O caminho para ascender profissionalmente é o melhor a ser trilhado para evitar uma demissão” –

by WMazza (ref. bibliográfica: esse post aqui mesmo).

Bom trabalho a todos!

Eng. William Mazza

contato: wmazza@bol.com.br

*também realizo análises minuciosas de CV e perfil de Linkedin, além de ter bolado a “Estratégia de Recolocação Profissional do WMazza em 10 passos” – Conheça!

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